Com menor oferta, a fruta apresentou sucessivos avanços nas cotações, que chegaram a ficar superiores aos R$ 4,00/kg no norte capixaba. A menor oferta na região seguiu como consequência do volume de chuvas elevado nos últimos meses de 2025, o que prejudicou as floradas e reduziu o ritmo da colheita.
Neste sentido, as cotações em fevereiro alcançaram o maior patamar desde junho de 2025, em que no período as cotações fecharam em R$ 3,47/kg. No entanto, este cenário não se sustentou no decorrer da segunda quinzena do mês.