Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as especulações geradas em torno do cenário geopolítico têm limitado a liquidez no mercado independente, levando produtores e indústrias a evitarem ajustes nos preços de comercialização do suíno vivo e da carne, mantendo as cotações estáveis mesmo diante do aumento do poder de compra da população neste início de mês.
Nesta quarta-feira (11/3), valor médio do animal vivo negociado no Estado de São Paulo estava em R$ 6,96 o quilo, o menor patamar desde abril de 2024, quando o animal foi comercializado a R$ 6,89 o quilo, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). Em Santa Catarina, a cotação estava em R4 6,64 o quilo, menor valor desde junho de 2024.