Esses data points são feitos para diversas características – como produtividade, altura de planta, maturidade, acamamento, mais de uma vez ao longo de espaços curtos de tempo – de modo a capturar como se dá a evolução do desenvolvimento da soja ao longo da safra. A maturidade, por exemplo, é coletada logo que se inicia o estágio reprodutivo, por meio de imagens de drones ou satélites, segundo Julia Morosini, líder de Melhoramento Soja Sul da Bayer.
A captura de uma grande quantidade de informações num menor intervalo de tempo permitiu à Bayer acelerar a chegada de novas tecnologias ao campo, segundo a executiva. “Antes, levávamos dois anos para entender a performance do material com base nos dados que tínhamos disponíveis. Hoje, com um ano, a gente consegue já ter uma resolução muito boa daquela performance do material”, avalia.