Assim, a menor demanda resultou em quedas nas cotações desse grão em algumas praças, mas a restrição vendedora sustentou os valores em outras. Em Em Itapeva (SP), na sexta-feira (6/3), a cotação do grão de nota 9 ou superior estava em R$ 343,75 a saca de 60 quilos, um recuo de 0,75% desde o início do mês.
Para o feijão-carioca comum, a menor presença compradora, aliada ao maior interesse de venda, pressionou as cotações na primeira semana de março em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. No noroeste de Minas Gerais, a cotação dessa categoria estava em R$ 307,71 a saca na sexta-feira, recuo de 3,92% em relação ao primeiro dia útil de março.
Quanto ao feijão-preto, o equilíbrio entre a entrada da entressafra do Paraná, os estoques previamente formados e a perspectiva de redução de área na segunda safra paranaense tem sido um fator relevante nas negociações. Em relação aos preços, a menor presença compradora resultou em desvalorizações em parte das praças. Na metade sul do Paraná, o Cepea registrou a cotação de R$ 189,35 no dia 6, redução de 0,42% em uma semana.